18° DIA 09 MAI - ZAGREB

Amanheceu chovendo – lá se foi nosso turismo literalmente por água abaixo!!! Mas turista “raiz” não se importa com essas coisas e saímos assim mesmo munidos de capas, guarda-chuva, etc... para acabar de conhecer Zagreb.

Como nosso ticket do hop on hop off ainda estava válido (vale por 24 horas), pegamos uma carona com eles até o Parque Zrinjevac para a partir dali vermos melhor onde passamos ontem, caminhando  e tirando fotos.

Parque Zrinjevac – no lugar de um antigo mercado de gado, hoje há esse belo parque, com inúmeros canteiros coloridos, uma esplanada  elegante, muito bem arborizada.  No parque encontramos o Relógio Meteorológico, doado à cidade por um físico, e que registra ali a temperatura, a pressão atmosférica além da hora certa. Também encontramos a primeira fonte de Zagreb, do sec. XIX, um local para se refrescar nos meses quentes de verão.





No final do parque encontramos o belo edifício da Academia Croata de Artes e Ciências, um palácio neorrenascentista construído com esse objetivo e que abriga coleções de arte de inúmeros artistas famosos. Do lado oposto da Academia, encontramos da Galeria de Arte Moderna, um palácio do sec. XIX que contém coleções de artistas dos dois últimos séculos.





Mais adiante chegamos à Praça Tomislav, outro enorme jardim florido, que contém uma estátua equestre do Rei Tomislav, o primeiro rei croata.



De um lado da Praça temos o Pavilhão de Artes, um espaço dedicado a exibições artísticas. O prédio original foi construído em Budapeste para uma exibição. Depois foi desmontado e reconstruído no seu local atual.


Do outro lado da praça encontramos a Estação de Trem, construída no final do sec. XIX, com um prédio que incorpora elementos renascentistas e neoclássicos.




Mais ao lado da praça chegamos ao Hotel Esplanade, construído em 1925, cujo objetivo principal era prover acomodação aos passageiros do trem Oriente Express, que ligava Paris à Istambul, e abrigou muitas celebridades, sendo também palco de eventos da sociedade.



Dali tomamos um bonde (TRAM) e fomos até o centro, onde pegamos o funicular para a cidade alta. O funicular, que em 55 segundos percorre os 30,5 metros de desnível entre a cidade baixa e a cidade alta, é o menor funicular do mundo. Ele faz o percurso a cada 10 minutos, ao preço de 20 kunas (R$ 11,92).






Na cidade alta fomos até a Praça de S. Marcos, com a bela Igreja de S. Marcos, uma construção romanesca do sec. XIII. Infelizmente estava fechada e não pudemos ver o seu interior.



Na mesma Praça encontram-se os prédios do Parlamento Croata, o Sabor, e o Palácio do Governo – Banski Dvori, que é a sede do Governo e escritório da Primeira-Ministra.




Mais adiante a Praça de S. Catarina, com a igreja do mesmo nome, que também estava fechada.



Depois de ver e tirar fotos, fomos procurar um local para comer. Almoçamos no restaurante Trilogia, ao lado do Portão de Pedra, um restaurante muito bom, pequeno e aconchegante, onde comemos bem, a preço justo. Achamos os preços aqui bem melhores do que no litoral!





Demos um giro pelas lojas do centro, fizemos comprinhas e voltamos ao hotel.

À noite saímos para comer ao lado do hotel novamente, na Pizza Oro – preço bem barato e a pizza era boa, mas o cardápio estava bem deficitário, pois algumas pizzas que pedimos estavam em falta. O atendimento era muito ruim! Ao sair de lá fomos até uma confeitaria comer um doce.

Amanhã seguiremos para Ljubljana.






17° DIA 08 MAI - DESLOCAMENTO PARA ZAGREB


O tempo continuou bom e lá fomos nós para Zagreb, distante 140 km do Parque Plitvice.

Fomos por uma estrada secundária muito boa, passando por várias vilas. Apenas a partir de Karlovac pegamos a highway.

Nosso hotel era o Kaptolski Dvrin, um B&B bem central, a uns 100 metros da Catedral. A recepção só abria as 14 horas, o horário do checkin. Então fomos ao centro e almoçamos no McDonald’s – o primeiro que vimos na Croácia.




Achamos o hotel bem ruinzinho – quarto pequeno, sem cofre, sem frigobar, camas duras. A única e grande vantagem é a localização bem central. Depois achamos outra coisa boa – o box fechado que não molhava o banheiro na hora do banho. Todos os hotéis têm aquele box com meia parede de vidro que deixa molhar tudo.






Aproveitamos a tarde para fazer o passeio do hop on hop off e conhecer a cidade como um todo. O ônibus sai da frente da Catedral e custa 115 kunas (R$70,00). O percurso inclui 7 paradas na cidade baixa e na cidade alta.





E assim fomos circulando pela cidade ouvindo as explicações sobre a história e cultura da capital croata. Começamos pela cidade baixa e depois fomos até a cidade alta. Passamos por:

Parque Ribnjac, que era o jardim do arcebispado, onde as famílias passeiam com as crianças.




HDLU – praça das Vítimas do fascismo com um prédio circular que abriga um pavilhão de exposições da Associação dos Artistas.


O Parque Zrinjevac, um enorme parque florido e que tem um relógio meteorológico.




Museu Mimara, um palácio neorrenascentista que abriga um museu de arte e história, com peças que pertenciam ao colecionador particular Ante Topic Mimara.


Teatro Nacional da Croácia, um edifício neobarroco que abriga a companhias de ópera, ballet e teatro.



Praça Tomislav, com a estátua do Rei Tomislav.



Já na cidade alta, passamos pela Igreja de S. Marcos, com seu teto todo decorado.



Torre Lotrscak – a única torre medieval preservada das fortificações do sec. XIII.


Porta de Pedra – um portão medieval reconstruído no sec. XVIII. Abaixo do arco do portão há uma capela da Virgem Maria.

Depois saímos da cidade alta e fomos até o cemitério de Mirogoj. Construído no final do sec. XIX, o cemitério é um exemplo de um grande cemitério cívico, com arcadas monumentais, arcadas e capelas, e acomoda pessoas de todas as religiões.




Na volta do tour, aproveitamos para visitar a Catedral da Assunção da Virgem Maria. Atualmente é uma construção neogótica do sec. XIX, mas sua origem é bem mais antiga e seus altares têm estilo barroco.







Caminhamos também até  a praça Ban Jelacic, o foco central da cidade moderna. No centro da praça está a estátua de Ban Josip Jelacic, um general do exército austríaco e governador da Croácia que aboliu a servidão e realizou a primeira eleição para o Parlamento. Na praça há também uma fonte – Mandusevac – construída sobre uma fonte natural e que fornecia água para a cidade.




À noite já estávamos cansados e optamos por comer em um restaurante próximo ao hotel – Capuciner. O preço era bem convidativo, mas a comida deixou a desejar.

Amanhã vamos continuar a passear em Zagreb.