9° DIA 30 ABR - DESLOCAMENTO DUBROVNIK – HVAR

     

         Há ferries que saem de vários lugares na costa e levam à ilha, nem todos levam carros. Para saber horários, preços e os que levam carros, deve-se pesquisar no site da Jadrolinija (https://www.jadrolinija.hr/en/ferry-croatia), a principal companhia que leva até lá.

         Optamos por um  ferry  que  saía  de  Dvrenik  (cerca  de 124 km de Dubrovnik) às 13:45 e nos levaria à ilha, na cidade de Sucuraj.

         Saímos do hotel às 10 hs, cruzamos a Bósnia Hezergovignia, retornamos a Croácia e, finalmente chegamos a Dvrenik por volta das 12:30 hs. Compramos o ticket do ferry e fomos almoçar. Comemos uma pizza na Konoba Lem, olhando as águas calmas da enseada e tomando um chope enquanto esperávamos a nossa saída.












         A travessia durou apenas 35 minutos e foi bem tranquila, permitindo-nos apreciar as lindas paisagens do Adriático.











       Em seguida atravessamos toda a ilha, cerca de 79 km, em 1:30 hs em direção a cidade de Hvar. Esse percurso foi muito bonito. A estrada é boa e cruza pelo meio da ilha, cheia de altos e baixos, permitindo um belo visual do mar azul, dos recortes da costa, ora de um lado, ora do outro da estrada. Passamos por algumas vinícolas e por plantações de lavanda, que é muito comum na ilha.










      Nosso  destino  era  a cidade  de Hvar, a maior e mais procurada pelos turistas. Na ilha há também outras cidades como Stari Grad, Jelsa, etc.

        Nos hospedamos no hotel Amfora, um enorme hotel na orla, fora do centro histórico, muito bonito, com uma belíssima vista da baía e das ilhas Pakleni.












        Depois de nos alojarmos  e curtirmos um  pouco o  hotel, saímos para contratar o passeio de barco pelas ilhas para amanhã. Essa aventura foi bem confusa, pois andar de carro nessa cidade é uma loucura e, como nós não sabíamos acabamos “entalados” em uma ruazinha que não tinha como voltar. Mas no final conseguimos sair de ré, com muita perícia do nosso “condutor”, hehehe. O correto é parar o carro no estacionamento e sair a pé, mas nós não sabíamos desse pequeno detalhe, nem a localização das agências.
    
     Por fim conseguimos fechar um passeio para o dia seguinte, aproveitando que teríamos um belo dia de sol. E descobrimos que o outro passeio que pretendíamos, para a ilha de Brač, não seria possível pois ainda estávamos na baixa estação e com pouca procura. Então, resolvemos reduzir um dia em Hvar e antecipar a ida para Split. Ainda bem que conseguimos resolver tudo com o gerente do hotel, sem problemas. Como é possível ver, a gente trabalha muito nessas viagens.... hahahah!

         A noite saímos de carro e paramos no estacionamento certo, andamos até a praça principal onde estão os restaurantes, lojinhas, etc..., e fomos jantar no Kogo – como a maioria daqui, comida mediterrânea, italiana, croata. Comemos bem, fomos bem atendidos, a um preço justo, ainda ouvimos apresentações musicais do proprietário do estabelecimento, um alegre italiano.

         Observamos que na maioria dos restaurantes que fomos eles não colocam pão e água na mesa, a não ser que solicitado, como é comum em vários lugares da Europa. E na carta de vinhos, a grande maioria é de vinhos croatas, que são bons. Tem vinhos mais caros e outros mais em conta. Quase sempre bebemos o “vinho da casa”, ora em taças, ora em garrafas. Não nos arrependemos.

         Bom, amanhã faremos nosso passeio de barco pelo Adriático e suas ilhas.



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