A parte histórica de Split é composta pelo Palácio de
Diocleciano, que representa o passado romano e uma área adjacente que
representa o período medieval.
A história de Split tem cerca de 1700 anos, e começa
quando o Imperador Diocleciano decide construir ali seu palácio, onde ele
pretendia viver os últimos anos da sua vida, distante cerca de 10 km de Salona,
a capital Romana na Dalmácia.
E fomos então conhecer o palácio de Diocleciano. Nossa
primeira parada foi no Centro de Turismo, que fica no Peristil (pátio interno central
do palácio Diocleciano), onde pegamos mapas e livretos com informações e dicas
do que fazer.
O complexo
do Palácio de Diocleciano é todo murado e tem a forma de um
retângulo de 215 x 180 metros, com quatro portões de entrada. Uma rua central
divide o complexo em duas partes: a ala sul era onde ficava o imperador e a ala
norte era composta por dois blocos residenciais para os trabalhadores e
guerreiros. Essa rua vai do Portão
de Ferro ao Portão de
Prata.
O Portão
de Ferro ainda está bem preservado e fica junto da Torre do Relógio, construída no século
XII.
O Portão
de Prata se abre para um mercado que vende alimentos e uma feirinha
de artesanatos e souvenires é uma entrada muito usada atualmente.
O Portão
de Ouro era a principal entrada do palácio. Ele é mais decorado com
nichos contendo esculturas dos 4 tetrarcas. Na parte interna havia uma espécie
de antessala onde os visitantes esperavam para serem atendidos. Na frente do
portão Ouro encontra-se a estátua de Gregório Nim.
O Portão do Latão é voltado para o
mar e conduz à ala mais importante do palácio. Vindo do porto e atravessando o
Portão de Latão, uma passagem subterrânea pelos porões conduz ao Peristil, um pátio interno
impressionante onde o Imperador recebia as honras de seus súditos.
Depois de andar por todos portões, algumas ruelas,
bater fotos, etc. compramos comida na lanchonete Bobis e sentamos no Café Viva
e almoçamos. A maioria dos cafés só serve bebidas e não tem nada para comer,
por isso levamos nosso lanche para comer lá. As pessoas daqui ficam horas
nesses cafés bebendo, tomando café e conversando. Mesmo em horário de almoço a
gente vê as pessoas apenas tomando café....
Ainda em nossa caminhada pelas diversas câmaras da área sul do palácio, setor nobre onde ficava o Imperador, encontramos um pequeno coral de música croata religiosa que se apresentava para deleite dos turistas.
À tarde visitamos a Catedral de S. Domnio (Dimas),
patrono da cidade. Construída em 305 AD para ser o mausoléu de Diocleciano, a
catedral é a mais antiga catedral católica em uso hoje em dia, no mesmo
edifício em que foi fundada. Embora o imperador tenha sido um impiedoso
perseguidor dos cristãos, o povo de Split decidiu não destruir o mausoléu e sim
transformá-lo em Catedral.
A igreja tem uma cúpula romanesca, um formato
arredondado, uma enorme porta de madeira toda esculpida, e grandes colunas de
granito vermelho, além de um altar central dourado. Lá dentro estão os
sarcófagos de S. Domnio e S. Anastácio.
Visitamos também o Templo de Júpiter, que hoje é
chamado de Batistério de S. J. Batista. O templo é imponente, mas é pequeno e
tem apenas um sarcófago.
À noite, debaixo de forte chuva, saímos para jantar no
Biser Orijenta, de comida chinesa. A comida boa e com ótimo preço. Os pratos
são bem fartos e dão para duas pessoas. A ilustre Carolina chegou ao final da tarde e nos acompanhou ao jantar, recompondo o nosso grupo para cinco pessoas.










































Nenhum comentário:
Postar um comentário