13° DIA 04 MAI - SPLIT

A parte histórica de Split é composta pelo Palácio de Diocleciano, que representa o passado romano e uma área adjacente que representa o período medieval.

A história de Split tem cerca de 1700 anos, e começa quando o Imperador Diocleciano decide construir ali seu palácio, onde ele pretendia viver os últimos anos da sua vida, distante cerca de 10 km de Salona, a capital Romana na Dalmácia.

E fomos então conhecer o palácio de Diocleciano. Nossa primeira parada foi no Centro de Turismo, que fica no Peristil (pátio interno central do palácio Diocleciano), onde pegamos mapas e livretos com informações e dicas do que fazer.




complexo do Palácio de Diocleciano é todo murado e tem a forma de um retângulo de 215 x 180 metros, com quatro portões de entrada. Uma rua central divide o complexo em duas partes: a ala sul era onde ficava o imperador e a ala norte era composta por dois blocos residenciais para os trabalhadores e guerreiros. Essa rua vai do Portão de Ferro ao Portão de Prata.


Portão de Ferro ainda está bem preservado e fica junto da Torre do Relógio, construída no século XII.




Portão de Prata se abre para um mercado que vende alimentos e uma feirinha de artesanatos e souvenires é uma entrada muito usada atualmente.




Portão de Ouro era a principal entrada do palácio. Ele é mais decorado com nichos contendo esculturas dos 4 tetrarcas. Na parte interna havia uma espécie de antessala onde os visitantes esperavam para serem atendidos. Na frente do portão Ouro encontra-se a estátua de Gregório Nim.




Portão do Latão é voltado para o mar e conduz à ala mais importante do palácio. Vindo do porto e atravessando o Portão de Latão, uma passagem subterrânea pelos porões conduz ao Peristil, um pátio interno impressionante onde o Imperador recebia as honras de seus súditos.


Depois de andar por todos portões, algumas ruelas, bater fotos, etc. compramos comida na lanchonete Bobis e sentamos no Café Viva e almoçamos. A maioria dos cafés só serve bebidas e não tem nada para comer, por isso levamos nosso lanche para comer lá. As pessoas daqui ficam horas nesses cafés bebendo, tomando café e conversando. Mesmo em horário de almoço a gente vê as pessoas apenas tomando café....










Ainda em nossa caminhada pelas diversas câmaras da área sul do palácio, setor nobre onde ficava o Imperador, encontramos um pequeno coral de música croata religiosa que se apresentava para deleite dos turistas.






À tarde visitamos a Catedral de S. Domnio (Dimas), patrono da cidade. Construída em 305 AD para ser o mausoléu de Diocleciano, a catedral é a mais antiga catedral católica em uso hoje em dia, no mesmo edifício em que foi fundada. Embora o imperador tenha sido um impiedoso perseguidor dos cristãos, o povo de Split decidiu não destruir o mausoléu e sim transformá-lo em Catedral.

A igreja tem uma cúpula romanesca, um formato arredondado, uma enorme porta de madeira toda esculpida, e grandes colunas de granito vermelho, além de um altar central dourado. Lá dentro estão os sarcófagos de S. Domnio e S. Anastácio.











Visitamos também o Templo de Júpiter, que hoje é chamado de Batistério de S. J. Batista. O templo é imponente, mas é pequeno e tem apenas um sarcófago.





À noite, debaixo de forte chuva, saímos para jantar no Biser Orijenta, de comida chinesa. A comida boa e com ótimo preço. Os pratos são bem fartos e dão para duas pessoas. A ilustre Carolina chegou ao final da tarde e nos acompanhou ao jantar, recompondo o nosso grupo para cinco pessoas.


Amanhã vamos continuar conhecendo Split.



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