17° DIA 08 MAI - DESLOCAMENTO PARA ZAGREB


O tempo continuou bom e lá fomos nós para Zagreb, distante 140 km do Parque Plitvice.

Fomos por uma estrada secundária muito boa, passando por várias vilas. Apenas a partir de Karlovac pegamos a highway.

Nosso hotel era o Kaptolski Dvrin, um B&B bem central, a uns 100 metros da Catedral. A recepção só abria as 14 horas, o horário do checkin. Então fomos ao centro e almoçamos no McDonald’s – o primeiro que vimos na Croácia.




Achamos o hotel bem ruinzinho – quarto pequeno, sem cofre, sem frigobar, camas duras. A única e grande vantagem é a localização bem central. Depois achamos outra coisa boa – o box fechado que não molhava o banheiro na hora do banho. Todos os hotéis têm aquele box com meia parede de vidro que deixa molhar tudo.






Aproveitamos a tarde para fazer o passeio do hop on hop off e conhecer a cidade como um todo. O ônibus sai da frente da Catedral e custa 115 kunas (R$70,00). O percurso inclui 7 paradas na cidade baixa e na cidade alta.





E assim fomos circulando pela cidade ouvindo as explicações sobre a história e cultura da capital croata. Começamos pela cidade baixa e depois fomos até a cidade alta. Passamos por:

Parque Ribnjac, que era o jardim do arcebispado, onde as famílias passeiam com as crianças.




HDLU – praça das Vítimas do fascismo com um prédio circular que abriga um pavilhão de exposições da Associação dos Artistas.


O Parque Zrinjevac, um enorme parque florido e que tem um relógio meteorológico.




Museu Mimara, um palácio neorrenascentista que abriga um museu de arte e história, com peças que pertenciam ao colecionador particular Ante Topic Mimara.


Teatro Nacional da Croácia, um edifício neobarroco que abriga a companhias de ópera, ballet e teatro.



Praça Tomislav, com a estátua do Rei Tomislav.



Já na cidade alta, passamos pela Igreja de S. Marcos, com seu teto todo decorado.



Torre Lotrscak – a única torre medieval preservada das fortificações do sec. XIII.


Porta de Pedra – um portão medieval reconstruído no sec. XVIII. Abaixo do arco do portão há uma capela da Virgem Maria.

Depois saímos da cidade alta e fomos até o cemitério de Mirogoj. Construído no final do sec. XIX, o cemitério é um exemplo de um grande cemitério cívico, com arcadas monumentais, arcadas e capelas, e acomoda pessoas de todas as religiões.




Na volta do tour, aproveitamos para visitar a Catedral da Assunção da Virgem Maria. Atualmente é uma construção neogótica do sec. XIX, mas sua origem é bem mais antiga e seus altares têm estilo barroco.







Caminhamos também até  a praça Ban Jelacic, o foco central da cidade moderna. No centro da praça está a estátua de Ban Josip Jelacic, um general do exército austríaco e governador da Croácia que aboliu a servidão e realizou a primeira eleição para o Parlamento. Na praça há também uma fonte – Mandusevac – construída sobre uma fonte natural e que fornecia água para a cidade.




À noite já estávamos cansados e optamos por comer em um restaurante próximo ao hotel – Capuciner. O preço era bem convidativo, mas a comida deixou a desejar.

Amanhã vamos continuar a passear em Zagreb.








5 comentários:

  1. Maravilha de viagem.
    Tenho acompanhado, mas só agora vi o campo comentário. kkkk
    Cada passeio mais extraordinário que o outro. Acabo viajando junto.
    Que venham mais vaigens para podermos conhecer partes do mundo que ainda não tive a oportunidade de estar.
    Obrigado por compartilhar.

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  2. Em Zagreb, passeando pela cidade, adorei conhecer o Hotel Esplanade que foi construido para atender os passageiros que usavam o trem Oriente Express. Me senti num filme da Agatha Christie !!!

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