O tempo continuou bom e lá fomos nós para Zagreb,
distante 140 km do Parque Plitvice.
Fomos por uma estrada secundária muito boa, passando
por várias vilas. Apenas a partir de Karlovac pegamos a highway.
Nosso hotel era o Kaptolski Dvrin, um B&B bem
central, a uns 100 metros da Catedral. A recepção só abria as 14 horas, o
horário do checkin. Então fomos ao centro e almoçamos no McDonald’s – o
primeiro que vimos na Croácia.
Achamos o hotel bem ruinzinho – quarto pequeno, sem
cofre, sem frigobar, camas duras. A única e grande vantagem é a localização bem
central. Depois achamos outra coisa boa – o box fechado que não molhava o
banheiro na hora do banho. Todos os hotéis têm aquele box com meia parede de
vidro que deixa molhar tudo.
Aproveitamos a tarde para fazer o passeio do hop on hop
off e conhecer a cidade como um todo. O ônibus sai da frente da Catedral e
custa 115 kunas (R$70,00). O percurso inclui 7 paradas na cidade baixa e na
cidade alta.
E assim fomos circulando pela cidade ouvindo as
explicações sobre a história e cultura da capital croata. Começamos pela cidade
baixa e depois fomos até a cidade alta. Passamos por:
Parque Ribnjac, que era o jardim do arcebispado, onde
as famílias passeiam com as crianças.
HDLU – praça das Vítimas do fascismo com um prédio
circular que abriga um pavilhão de exposições da Associação dos Artistas.
O Parque Zrinjevac, um enorme parque florido e que tem
um relógio meteorológico.
Museu Mimara, um palácio neorrenascentista que abriga
um museu de arte e história, com peças que pertenciam ao colecionador
particular Ante Topic Mimara.
Teatro Nacional da Croácia, um edifício neobarroco que
abriga a companhias de ópera, ballet e teatro.
Praça Tomislav, com a estátua do Rei Tomislav.
Já na cidade alta, passamos pela Igreja de S. Marcos,
com seu teto todo decorado.
Torre Lotrscak – a única torre medieval preservada das
fortificações do sec. XIII.
Porta de Pedra – um portão medieval reconstruído no
sec. XVIII. Abaixo do arco do portão há uma capela da Virgem Maria.
Depois saímos da cidade alta e fomos até o cemitério de
Mirogoj. Construído no final do sec. XIX, o cemitério é um exemplo de um grande
cemitério cívico, com arcadas monumentais, arcadas e capelas, e acomoda pessoas
de todas as religiões.
Na volta do tour, aproveitamos para visitar a Catedral da
Assunção da Virgem Maria. Atualmente é uma construção neogótica do sec. XIX,
mas sua origem é bem mais antiga e seus altares têm estilo barroco.
Caminhamos também até
a praça Ban Jelacic, o foco central da cidade moderna. No centro da
praça está a estátua de Ban Josip Jelacic, um general do exército austríaco e
governador da Croácia que aboliu a servidão e realizou a primeira eleição para
o Parlamento. Na praça há também uma fonte – Mandusevac – construída
sobre uma fonte natural e que fornecia água para a cidade.
À noite já estávamos cansados e optamos por comer em um
restaurante próximo ao hotel – Capuciner. O preço era bem convidativo, mas a
comida deixou a desejar.
Amanhã vamos continuar a passear em Zagreb.








































Maravilha de viagem.
ResponderExcluirTenho acompanhado, mas só agora vi o campo comentário. kkkk
Cada passeio mais extraordinário que o outro. Acabo viajando junto.
Que venham mais vaigens para podermos conhecer partes do mundo que ainda não tive a oportunidade de estar.
Obrigado por compartilhar.
ALF
ExcluirObrigado Alfarone!!!
ExcluirExcelente passeio!!!
ResponderExcluirEm Zagreb, passeando pela cidade, adorei conhecer o Hotel Esplanade que foi construido para atender os passageiros que usavam o trem Oriente Express. Me senti num filme da Agatha Christie !!!
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